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domingo, 28 de novembro de 2010

OLHANDO NOS OLHOS

J. Castro[1]


Seus olhos sublimes
Estão fitos nos meus:
Indecifráveis enigmas
Se ocultam em suas pupilas.
Tenho o pressentimento de que
O céu foi inspirado
Nesse oceano de pura magia e sedução. 
As nuvens baças que encobrem
O seu rosto ousado
Foram dissipadas por encanto;
Os olhos fulgentes
Refletem o rubor de suas faces.
Afago os seus cabelos,
Mordisco o lóbulo de suas orelhas.
Os arrepios de seu corpo fazem
Renovar a minha juventude.
[...]?
Os céticos têm razão:
“O céu não é real”.


[1] REIS, Jonan de Castro. Poeta, Contista e Romancista. Membro da ALESG – Academia de Letras do Extremo Sudoeste de Goiás, membro da ALB – Academia de Letras do Brasil, membro de Poetas del Mundo e Cônsul de Poetas Del Mundo, Entorno de Quirinópolis. Autor de Arremedo: Contos & Lorotas (122 pp.) e do romance Marcas do Infortúnio (322 pp.).

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