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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

DESPEDIDA


J. Castro[1]

Parta! Não é isto o que quer?
Se não for pedir demais
Peço-te para não chorar
Tuas lágrimas não me comovem mais
Sei que o juramento foi quebrado
Em prol de uma sentença que era somente tua
Cessaram-se os beijos ardentes
Os abraços outrora calorosos não aquecem jamais
O cheiro almiscarado de tua pele
Esvaiu-se como vapor ao calor do sol da manhã
Tributou-se o riso espontâneo
E alforriou-se o pranto
Meu coração de Jônatas, tão apegado a Davi
Despedaçou-se como cristal
Mas não lhe guardo rancor
Apenas a lembrança do quanto
Significou em minha vida.
Vá!











[1] REIS, Jonan de Castro. Poeta, contista e romancista. Membro da Academia de Letras do Brasil – ALB, membro da Academia de Letras do Extremo Sudoeste de Goiás - ALESG, Cônsul Poetas del Mundo, Entorno de Quirinópolis.

2 comentários:

  1. QUE LINDOS POEMAS!CONTOS INTERESSANTISSIMOS QUE EU NAO CONHECIA E TIVE O PRAZER DE LER.CONTINUE NOS DELEITANDO COM O SEU TALENTO.SUCESSO!!!

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  2. Obrigado, minha cara leitora e irmã do meu coração! É bom saber que estamos no caminho certo. Melhor ainda é saber que leitor e leitura estão irmanados pleiteando um mesmo objetivo: promover a cultura e o conhecimento.

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