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terça-feira, 27 de setembro de 2011

MAGMA VULCÂNICO


REIS, Jonan de Castro[1]

Estou pronto, sim estou pronto.
Não se pode dizer que não tentei
Quantas foram minhas tentativas
Tantas mais as tuas negativas
Se houve verdades eternas
Sinceramente, não sei!
Sei que foram eternizadas pelo teu silêncio
O grito de perdão que constantemente
Emerge das profundezas da minha alma
Foi calado por uma rolha incrustada em teus ouvidos
Os desabafos incandescentes
Jorram como magma vulcânico
Pelos lábios que destilavam puro mel
Em vão minha alma chora
O orgulho estampado em teus olhos
Traduz veementemente a decisão da tua alma
Ao abrir a porta principal
Você se pôs de lado
E nem sequer ousou dizer
Apenas indicou com o dedo a saída
Sim, claro que chorei!
Mas agora estou pronto.


[1] REIS, Jonan de Castro. Poeta, contista e romancista. Membro da Academia de Letras do Brasil – ALB, membro da Academia de Letras do Extremo Sudoeste de Goiás - ALESG, membro da Associação de Poetas del Mundo, Cônsul Poetas del Mundo, Entorno de Quirinópolis – GO.

2 comentários:

  1. Jonan,
    Perdoe essa poetisa maluca. tive probleminhas no meu PC, que não sei explicar, que acabou deixando meu blog maluco e precisei deixar de seguir todos os coleguinhas. Retornei a atividade de seguir essa semana, sendo que alguns eu não consigo, pois aparecem imagens pornográficas, não sei o que está acontecendo. Isso não está acontecendo com o seu blog e já voltei a segui-lo, mas perdoe-me, pois deveria ter deixado uma nota de esclarecimento.

    Grande abraço!

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  2. Grande Poetisa Lílian! se você é maluca, o que importa? Afinal, todos os poetas o são por natureza. É que senti falta do seu carisma, da sua proximidade, do seu sorriso... não estou dizendo que todos os poetas são malucos?
    Grande abraço! Some não!

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